sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Cinema com as crianças

Compramos um Zoológico vai além do cuidado com os animais

 

Na história, estrelada por Matt Damon e Scarlett Johansson, família se muda para zoológico após a morte da mãe. O filme estreia dia 23 

 

Bichos, muitos bichos, e o melhor de tudo: eles estão no quintal. Que criança não gostaria de viver num lugar assim? Apesar de parecer o lugar dos sonhos para qualquer um crescer, o pano de fundo do filme Compramos um Zoológico, que tem pré-estreia nessa sexta (16), traz muitos desafios para a família Mee. Pois a história começa quando Bejamin Mee, pai de duas crianças, uma menina de 7 e um garoto de 14, fica viúvo. E a família tem de aprender a recomeçar.

Uma das mensagens que o longa estrelado por Matt Damon e Scarlett Johansson passa é de que, às vezes, arriscar é a melhor saída. Ainda mais quando se tem uma família que, apesar de não ser exatamente unida no começo, encontra a sua sintonia de um jeito muito particular.

Para as crianças, com certeza as cenas dos animais do zoológico reformado pelos Mee são atraentes. Tem leão, cobras, macacos e até tigres! O respeito pelos animais, e a vontade de protegê-los, vai emocionar a todos. E, claro, o filme tem também uma boa dose de humor e leveza. Como a adaptação de Benjamin, um escritor e colunista, ao estilo de vida de um lugar mais interiorano.

A história é baseada em fatos reais, o que ajuda a comover ainda mais. Afinal, saber que um pai com dois filhos realmente comprou um zoológico para salvar a si, e também aos animais, mostra que nem sempre os caminhos óbvios, e mais fáceis, são os que garantem a felicidade. 

O Gato de Botas volta aos cinemas como protagonista

O personagem, que chegou às telonas em Shrek 2 (2004), ganha um filme só para ele em clima de faroeste e conto de fadas
 
Quem não se lembra daquele gato todo encolhido com olhos grandes e piedosos fazendo cara de coitado em Shrek 2, que estreou em 2004? O famoso felino, claro, é o Gato de Botas que acaba de ganhar um filme só seu. De coitado, ele não tem nada. O animal é um fora-da-lei mexicano, cheio de charme e mais cheio ainda de si. Na versão original, a voz de Antonio Banderas reforça ainda mais esse estereotipo.

Num clima que mistura faroeste e fábula, o gato, personagem criado pelo francês Charles Perrault, no século XVII, traça um plano para roubar os feijões mágicos de Jack (Billy Bob Thornton) e Jill (Amy Sedaris) para subir ao castelo do gigante nas nuvens e pegar alguns ovos de ouro.

Durante essa busca, ele conhece a gata Kitty Pata-Mansa (voz da atriz Salma Hayek, na versão original), outra gata fora-da-lei, que acaba levando-o ao seu chefe, o misterioso ovo Humpty Dumpty.

E assim, o filme traça um paralelo para contar a história que todo mundo quer saber. Afinal, quem era esse gato antes de o conhecermos? A surpresa é que ele foi criado em um orfanato e lá se tornou companheiro do tal ovo, uma criatura esquisita, que se torna um chato na história.

Destaque para os efeitos 3D que enriquecem o filme. Ah, e não se preocupe com a versão dublada. A voz de Antonio Banderas é apenas um detalhe numa história em que um gato é irmão adotivo de um ovo e todos levam isso numa boa.


Dica de férias

o zôo 

Para quem está passando as férias em Salvador com as crianças, não deixe de fazer uma visita ao Zoo da cidade. Ele fica no bairro de Ondina. Lembrem-se de levar lanche e água para os pequeninos, pois o zoológico possui diversas áreas gramadas para a realização de um delicioso piquenique.  


O Zoológico de Salvador começa a ser construído no século XIX, quando o suíço Frederico Meuron recebe a Fazenda Areia Preta (antigo nome do bairro de Ondina) como indenização pelas perdas na Batalha de Pirajá. Passados alguns anos, Frederico muda-se para o Solar do Unhão e a fazenda entra em um longo processo de abandono.
Até que Francisco Ariane implanta uma locomotiva que partia do Campo Grande em direção ao Rio Vermelho. Nesta mesma época, começam algumas atividades zoobotânicas nas proximidades e, depois, é construído um orquidário no Parque de Ondina.
Aproveitando a topografia favorável do antigo sítio e a beleza da paisagem ao redor, em 1958 através do Decreto Estadual nº. 17.481 é inaugurado o Parque Zoobotânico Getúlio Vargas, atendendo aos desejos da população soteropolitana e atraindo milhares de turistas ao longo dos anos.
Hoje, o Parque está vinculado à Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia – SEMA. Sua área verde é de aproximadamente 250.000 m2, devido à incorporação do remanescente secundário de Mata Atlântica, conhecido como Mata do Zoo. Este cenário de grande beleza natural pode ser visto pelo visitante ao circular pelos 3.000 m de pista de passeio do parque.
O Zoo é uma opção de lazer e refúgio ecológico no centro de Salvador, reservado para atividades preservacionistas e educacionais com foco especial às espécies ameaçadas de extinção e pertencentes a fauna brasileira. De um total de 152 espécies que atualmente habitam o parque, 141 pertencem à fauna brasileira e 11 à fauna exótica silvestre.

Atividades de preservação e reprodução das diferentes espécies animais são realizadas no Zoo, além de ações de conservação e enriquecimento do fragmento de Mata Atlântica, de paisagismo, de ambientação de recintos e, em especial, de educação ambiental.
O Zoológico de Salvador é hoje um centro de referência e base de apoio a pesquisas de fauna e flora. Entre as suas principais atrações estão os 1.225 animais, distribuídos em 86 espécies de aves, 38 espécies de mamíferos e 28 espécies de répteis.

Viagem com crianças a Paris

A dica de hoje vai para um parque muito bacana que descobrimos por acaso: o Playmobil Funpark! Isso mesmo, um parque dedicado ao Playmobil! Só para a historinha, Playmobil foi criado por um alemão, Hans Beck, em 1974!
 
O parque, todo indoor, um castelo Playmobil por fora e por dentro, uma sala gigante de 2.000 m2 para brincar, separado por 12 ambientes, em função do tema dos brinquedos: o zoológico, os castelos e dragões, o circo, a cidade, a clínica, as casas de bonecas, os egípcios, os piratas…tudo com mil bonecos e brinquedos à disposição, para se divertir à vontade! Uma sala de brinquedos de sonhos para as crianças! E até para os menores, existe uma área especialmente reservada para os 18-36 meses. Vimos muitas crianças de todas as idades, e muitos pais, diga-se de passagem, brincando!
Descobrir que o Playmobil se renovou e tem agora bonecos voltados para as meninas, com castelos, princesas, carruagens e também mamães, carrinhos de bebê, casinhas de bonecas com todos o mobiliário…
 
A organização geral, com funcionários sorridentes, treinados, que arrumam eternamente os brinquedos, separando-os por áreas, já que as crianças podem ficar livres e à vontade para levar os bonecos de um lado para o outro…mas para evitar encontrar muitas ambulâncias nos piratas, por exemplo, os funcionários vão arrumando aos poucos, quando as crianças largam os bonecos.
Para quem mora em Paris, saibam que é possível marcar e festejar o aniversário do seu filho no local, com monitores que fazem jogos, brincam junto, etc..

A área de alimentação com várias opções para almoçar: saladas, sanduíches, menus para as crianças ou somente fazer um lanche. Além de muito espaço para sentar e almoçar com as crianças, essas áreas também servem para bater um papo, descansar, enquanto filhos maiores, mais independentes, se divertem sozinhos.
E finalmente, o preço mais do que justo: 2 € por adulto e criança a partir de 3 anos. Isso para ficar o tempo que quiser e brincar à vontade!

A saída é feita de forma que temos que passar pela loja, e depois de brincar tanto com os bonecos de todos os ambientes, as crianças, claro, querem levar para casa alguns desses itens. Já fiquem avisados (mas saibam também que esses brinquedos lá são bem mais baratos do que aqui no Brasil)!




Viagem com crianças ao Hopi Hari


O Hopi Hari foi eleito nos últimos nove anos consecutivos o melhor parque temático do Brasil segundo os leitores da revista Viagem e Turismo. Ele fica em Itupeva, a  40 minutos de São Paulo e 20 minutos de Campinas e saibam que o local foi escolhido por apresentar baixos índices pluviométricos, ou seja, poucos dias de chuva por ano.

Vocês podem chegar de ônibus, existem diversas linhas de ônibus exclusivos que fazem o transporte até o parque (preços e itinerários aqui) ou de carro, sendo que o estacionamento é pago R$30,00/carro pelo período no parque.

Entrando
  • O parque é apresentado como sendo um país com língua própria, o Hopês (mistura de português, inglês, francês e mais uma porção de línguas). Todas as placas de sinalização são escritas em português e Hopês. É divertido, mas pode confundir os visitantes mais desavisados.
  • Os ingressos (ou passaportes, como chamam) na bilheteria do parque são mais caros. Dica: para adquirir passaporte com desconto somente na compra antecipada; no site do Parque é possível comprar ingressos ou descobrir pontos de venda aqui.

Obs:a meia entrada para os estudantes é válida somente no ingresso de acesso, para entrar no Parque. Em seguida, eles devem comprar tickets individuais, vendidos nas lojas dentro do Parque, para cada atração que desejarem utilizar. 
Gratuidade para crianças até 1 metro. Acima dessa altura paga-se o mesmo valor de um adulto.
  • Para quem vai com criança pequena, carrinho de bebê é fundamental. O parque é grande e mais cedo ou mais tarde, bate um cansaço. Na entrada do parque existe um balcão de aluguel de carrinhos (R$ 25/dia) e cadeiras de rodas chamado Renta a Karrin (em Hopês)

Panorama geral: o parque é dividido em 5 grandes áreas temáticas:

Kaminda Mundi logo na entrada do parque, onde ficam a roda gigante, a queda livre do La Tour Eiffel, cinema 3D e o principal local de espetáculos, o Theatro  di Kaminda.

Wild Westcom um clima velho oeste, tem como principal atração o Rio Bravo, que são 600 metros de corredeiras a bordo de barcos arredondados.

Mistieritem um clima de Antigo Egito e muitas atrações radicais, com destaque para a montanha russa Montezum, que pode ser vista até da estrada.

Aribabibaespaço alto astral com carrinho bate-bate, chapéu mexicano, simulador de vôo de asa delta e área de jogos com argolas e bolas.

Infantasia a área mais colorida do parque, dedicada aos pequenos visitantes e repleta de personagens do Vila Sésamo.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Massagem Toque da Borboleta

Toque da borboleta 

Para dar as boas vindas a um bebê, não há nada melhor do que acariciá-lo delicadamente, como no toque da borboleta, um jeito gostoso de você e seu filho se conhecerem.
O oriente descobriu há milênios que o toque é essencial para o desenvolvimento integral do ser humano. Pouco a pouco, nossa civilização vai descobrindo que carícias fazem bem ao corpo e à alma e que quanto mais cedo têm início, melhor. Foi pensado na importância da estimulação tátil desde os primeiros dias de vida, que a americana Eva Reich criou uma massagem para bebês, o Toque da Borboleta.
No Brasil, primeira divulgadora da técnica é a pedagoga Maria Aparecida Alves Giannotti, autora do livro Massagem para bebê – Toque da borboleta. Desde 1981, ela adotou a massagem que tem a vantagem sobre a Shantalla de não exigir o uso de óleos e de poder ser feita desde os primeiros dias por ser muito suave.
Muitos benefícios
"A criança avança em termos de desenvolvimentos cognitivo, motor, de autopercepção e efetivo", explica a pedagoga. A primeira é quanto ao padrão de sono, que se torna mais estável.
O toque aumenta a resistência a doenças. Maria Aparecida conta que um pediatra americano dividiu os seus pequenos pacientes em dois grupos. Parte das mães foi orientada a tocar as costas do filho diariamente enquanto as demais não.
Resultado: as crianças que haviam sido tocadas apresentavam menor incidência de doenças infantis. A enfermeira Ruth Rice, que trabalha com prematuros nos EUA, e a própria Eva Reich constataram que os recém-nascidos estimulados através do toque da borboleta apresentavam melhor desenvolvimentos neurológico e melhores reflexos em relação aos que recebiam atendimento de rotina.
A criança desnutrida também sai ganhando - "Muitas vezes, a desnutrição é também de afeto e carinho. A partir do estabelecimento de vínculos afetivos, ela começa a comer. Conseqüentemente, desenvolve-se fisicamente e aceita melhor o carinho"- diz maria Aparecida.

Como é a massagem
No toque da borboleta, os movimentos, sempre suaves, começam na cabeça e vão descendo até os pés. São simétricos e feitos primeiro na frente e depois atrás. No final, o bebê é embalado durante um minuto. "O balanço é superimportante. Segundo o cientista americano Ashley Montegu, ele melhora a digestão. Nos berçários dos hospitais americanos há uma cadeira de balanço para a enfermeira, principalmente em berçários de alto risco", afirma a pedagoga.
Antes de começar, lave as mãos, enxugue-as e esfregue-as, isso concentra a energia. Cada movimento é feito com extrema delicadeza. Só há dois lugares em que se exerce uma certa pressão: na palma das mão e na sola dos pés, sempre em direção aos dedos. Segundo a medicina tradicional chinesa, na sola dos pés estão projetados todos os órgãos. Ao ser massageada, automaticamente os órgãos internos também o são. Para os menos crentes nas técnicas orientais, vale lembrar que mãos e pés contêm muitas terminações nervosas. Mais importante do que a técnica é o modo como é feita. Nada de passar a mão e pronto. Tem de ser uma relação afetuosa, com o adulto olhando atentamente o bebê. Caso tenha sido um parto difícil, às vezes, o bebê não gosta que se toque a sua cabeça. Aí, você pode começar a massagem pelas costas.
Olho no olho
No toque da borboleta, o olhar é tão fundamental quanto a carícia. "Já vi belas fotos de recém-nascidos olhando atentamente para o olhar da mãe. Há um estudo comparando bebês prematuros em que a mãe ficava um longo período olhando para a criança e bebês que não recebiam esse tipo de atenção. Os primeiros desnvolveram um QI bem maior do que os demais".
O lugar ideal
Escolha um ambiente calmo. Dê preferência ao local mais aquecido da casa ou, então, à hora mais quente do dia. Lembre-se que seu filho fica nuzinho durante toda a massagem. Coloque-o sobre um colchonete coberto com um lençol ou uma toalha, pois é comum ele fazer xixi devido ao relaxamento produzido pelo toque.
O melhor horário
Evite fazer a massagem logo depois de alimetar a criança, pois toda a sua energia está focalizada na digestão, ou quando ela estiver com muita fome. Antes ou depois do banho é um bom horário. Aproveite também o tempo em que a criança estiver na banheira para fazer alguns movimentos adicionais. O ideal é tocar a criança três vezes por dia.
Quando o bebê está maiorzinho, dificilmente a mãe conseguirá fazer a massagem mais do que uma vez, pois ele se mexe muito. Se a mamãe quiser aproveitar o momento para ficar conversando com o pequeno, a duração da massagem pode atingir até meia hora. Tudo depende da disponibilidade de ambos.
A massagem pode ser feita desde o nascimento, mesmo em prematuros. É importante, no entanto, respeitar os limites da criança. Se ela demonstrar que não quer ser massageada, não force. Apenas toque o campo energético do bebê (ao redor do corpo), dinamizando-o com movimentos circulares. Isso acalma a criança e possibilita que a massagem seja feita logo em seguida.
Palavra de mãe
Praticamente desde que nasceu, a Tainá foi acariciada por sua mãe, Patrice Olandim Placeres. Quando ela estava com 3 meses, Patrice começou a fazer Shantalla. Pouco depois, descobriu o toque da borboleta e quando a pequena completou 5 meses, passou a alternar os dois tipos de massagem. Atualmente, aos 11 meses, Tainá recebe diariamente a visita de borboleta através das mãos da mamãe.
" Ela não chora, gosta de ter contato com as pessoas e de tocá-las. É também bastante independente. Foi ela mesma que, aos 10 meses, desmamou. Certo dia não quis mais o peito e pronto. Durante a gravidez, eu ouvia muita música clássica e conversava com minha filha para criar um momento de harmonia e tranquilidade", conta a mãe. Quando Tainá era mais novinha, Patrice chegou a massageá-la três vezes ao dia. Atualmente, com a garotinha ensaindo seus primeiros passos, uma vez, antes do banho, é suficiente.
Mas a mamãe aproveita também a hora do banho para acariciá-la mais um pouquinho. "É importante aprender a respeitar os seus limites. Tirá-la de uma brincadeira para massageá-la não é uma boa pedida, pois você está negando um prazer da criança e a massagem perde muito do seu sentido", alerta.
1- Delicadamente, coloque as duas mãos no rosto do bebê e desça até o queixo. Repita três vezes o movimento, com o cuidado de nunca tirar as duas mãos ao mesmo tempo do rosto da criança.
2- Coloque dois dedos de cada mão no meio da testa deslizando até as têmporas. Retorne à posição inicial, uma mão de cada vez, e repita três vezes o movimento.
3-A partir da sobrancelha, faça pequenos círculos com dedo indicador ao redor dos olhos enquanto a outra mão apóia a cabeça. Repita três vezes.
4- Coloque dois dedos de cada mão na ponta do nariz e desça até as orelhas. Retorne à posição inicial – cada mão de uma vez – e repita três vezes.
5-Cuidadosamente, segure a cabeça do bebê com uma mão. Com o indicador da outra mão, faça pequenos círculos, no queixo. Repita três vezes.
6- Segure a cabeça do bebê com a mão esquerda. Com dois dedos da direita, desça até o começo do osso externo. Três vezes.
7 - Vire a cabeça do bebê para o lado. Com uma das mãos bem aberta, acaricie-a, desde a orelha até o ombro. Faça este movimento três vezes de cada lado
8 – Toque o bebê com uma mão. Com a outra massageie-o, do ombro às mãos. Pressione o seu polegar na mãozinha da criança, abrindo-a e virando-a para cima. Repita três vezes de cada lado
9- Deslize as duas mãos desde o ombro até a pélvis. Repita três vezes, lembrando que enquanto uma mão sobe, a outra fica.
10- Deslize dois dedos desde o pescoço até os genitais, tocando outra parte do corpo com a mão livre. Se o umbigo não cicatrizou, faça o movimento, mas não toque. Repita três vezes.
11 – Massageie a perna do bebê com uma mão enquanto a outra toca qualquer parte do corpo. Na sola do pé pressione com o polegar, acompanhado a curca do pé até os dedinhos. Três vezes de cada lado.
12 – Toque a cabeça da criança em direção à orelha até o ombro. A mão livre segura outra parte do corpo. Repita três vezes.
13- Toque os braços, um de cada vez, fazendo uma leve pressão ao chegar na mão do bebê. Três vezes de cada lado.
14- Começando pelos ombros, as duas mãos decem até o bumbum. Para voltar à posição inicial, suba com uma mão de cada vez. Repita três vezes.
15- Com dois dedos, faça uma rotação ao redor de cada vértebra, descendo até o cóccix. É feito apenas um vez.
16- Com uma das mãos, toque o bebê e com a outra, deslize toda a perna, fazendo uma leve pressão com o polegar na sola do pé. Repita três vezes.
17- Ao terminar a massagem, coloque o bebê no colo, como um arco. Por dois minutos, faça movimentos da direita para a esquerda. Isso contribui para uma boa postura e equilíbrio.

Por: Guia do Bebê

Decoração com tema Jardim

Aqui algumas sugestões para decoração da sala com o Tema Jardim
Durante a semana colocaremos mais opções de decoração. Aguardem!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Curso

Nos dias 13 e 14 de dezembro, a MUNDO DO SABER esteve presente no estado do Rio Grande do Sul para a realização de mais um dos seus cursos. Agradecendo desde já a recepção que tivemos, vamos mostrar aqui algumas fotos do que rolou por lá.
Escola Branca de Neve
As meninas do curso
 
A pausa para o cafezinho
 
Criamos aventais para o berçário...
  
Aventais para a educação infantil...
 
 Lembrança de volta as aulas com o tema do projeto Circo...
 
 
Jogo das formas...
 
 
 
Murais e placas...
 
E ainda tivemos a presença ilustre do Papai Noel, que veio presentear as crianças
Obrigada Maria Luisa
Até a próxima...

EQUIPE MUNDO DO SABER


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