segunda-feira, 19 de setembro de 2011

PARQUE INFANTIL




Para as crianças, os parquinhos não são apenas um lugar para brincar: são um espaço para o desenvolvimento de habilidades motoras e sociais que elas usarão ao longo da vida. Esse foi o tema da conversa da CRESCER com a educadora Maria Angela Barbato, coordenadora da brinquedoteca da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). 

Segundo Maria Angela, os brinquedos permitem que meninos e meninas experimentem o deslocamento, o espaço, o tempo e o movimento. Favorecem a socialização com outras crianças e com seus pais e possibilitam ainda o contato com a natureza. "A criança não precisa necessariamente só brincar nos brinquedos, mas também com as árvores e os pássaros", afirma a educadora.

Os brinquedos ajudam no desenvolvimento de diferentes habilidades. Um balanço, por exemplo, oferece a sensação de velocidade e de tempo, muito maior do que um trepa-trepa. Já o gira-gira, por ser redondo, dá uma noção de equilíbrio diferente do balanço. 

Ir a parquinhos diferentes pode ser muito estimulante para as crianças. No prédio, as crianças convivem apenas com os moradores, enquanto em um parquinho público elas brincam com meninos e meninas diferentes, em um espaço bem mais amplo e com uma vegetação diferenciada.

Acompanhe a entrevista completa no site da Revista Crescer clicando aqui



Texto: Revista Crescer

domingo, 4 de setembro de 2011

Consciente Coletivo

Este vídeo que vocês assistirão abaixo é uma série de 10 epsódios do Canal Futura e que nos faz pensar sobre o Consciente Coletivo. Será que nos enquadramos nesse consumo consciente? Assista e opine.

 


Equipe Mundo do Saber



sábado, 3 de setembro de 2011

Brinquedoteca

O ESPAÇO IDEAL

Por que as crianças gostam tanto das brinquedotecas? Simples. Porque elas são convidativas e atraem de imediato os olhares dos pequenos. Este espaço deve ser colorido tanto nas pinturas quanto na decoração e precisa ter tudo que elas gostam como brinquedos, livros, espaço para pinturas, desenhos e video.

Onde podemos montar uma brinquedoteca?

A brinquedoteca pode ser montada em diversos locais como escolas, lanchonetes, lojas de livros, restaurantes ou até mesmo em algum cantinho da sua casa. Aliás, para quem tem filho, ter uma brinquedoteca em casa estimula o desenvolvimento e auxilia na organização dos pertences dos pequeninos.

Se você resolver fazer uma brinquedoteca, observe os cuidados com a segurança do local, como vedar todas as tomadas, as mesas não podem ter quinas (prefira as arredondadas), de preferencia escolha locais mais arejados e iluminados e se tiver janelas elas precisam de grades de proteção.

Para quem gosta de decoração essa é uma ótima oportunidade de explorar diversas possibilidades que a sua imaginação puder criar. Pois o  mundo da criança é mágico e quanto mais você brinca com as cores e desenhos, mais convidativa ela se torna. Tenha um cuidado maior com os móveis para que sejam adequados com o tamanho das crianças. 

Quando a brinquedoteca estiver pronta, peça ajuda aos pequeninos para escolher os livros, os brinquedos e tudo que eles utilizarão neste espaço, pois este momento é muito importante. Saber onde estão os brinquedos e todos os objetos os ajudarão a terem responsabilidade para guardá-los após a diversão. 

Aqui estão algumas fotos de exemplos para este espaço tão especial. Agora é só usar a criatividade: 

Utilize peças coloridas.
Nas janelas utilize grades de proteção.
Móveis adequados ao tamanho da criança.
Utilize temas para decorar sua brinquedoteca.
Olha que detalhe legal na parede. Foi colocado o alfabeto e os números em contraste.

Autor: Marilia Seixas. Pedagoga Licenciada em Educação Infantil pela FSBA- Faculdade Social da Bahia.

Quem tiver perguntas ou dicas que queiram compartilhar conosco é só postar um comentário.  

Equipe Mundo do Saber



Divulgação de Trabalhos


Caros amigos Educadores,

Este espaço é reservado para a divulgação de seus trabalhos. Sei que muitos não possuem meios para publicar suas idéias, seus trabalhos manuais ou algo interessante que possa acrescentar a tantos outros educadores que se dedicam a esta maravilhosa profissão. Então fica aqui a dica! Mandem os materiais a serem publicados (fotos, textos, videos, etc) para o email marisxs1@hotmail.com para que a nossa equipe possa disponibilizá-lo em nosso site. As informações como seu email de contato, telefone (caso autorizado), link de site ou blog ficarão disponíveis para quem tiver interesse de entrar em contato. Este serviço é gratuito. Aguardamos por vocês!
 Equipe Mundo do Saber



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A leitura como primeiro passo para uma boa escrita



Desde que comecei a atuar na área de educação um dos fatores que mais me preocupa e que, com certeza, tira o sono de qualquer pai é a questão da leitura e escrita dos filhos. 


Os tempos são outros, o conhecimento está mais acessível, atualizado e exigente. Para os pais é uma tarefa difícil acompanhar todo esse ritmo. 


Atuando diretamente no acompanhamento escolar das crianças, percebo que a problemática com as disciplinas de exatas ainda continuam, mas o “bicho papão” do momento agora é outro: a leitura e a escrita.


Quando falamos do processo de leitura e escrita, temos várias vertentes e uma delas é que cada criança aprende de maneira diferente e cada uma tem seu tempo . Embora a escola, o modelo de ensino e os coleguinhas da classe sejam os mesmos, algumas crianças vão ter mais facilidade e outras não. Logo, senhores pais, não se desesperem.


Lógico que todo conselho é válido para tentar amenizar os problemas decorrentes neste processo, mas antes de tudo, é necessário identificar onde ele está. A escola, como instituição de ensino, deve constatá-lo e buscar alternativas junto aos pais. Os mesmos devem intervir e acompanhar de perto o que está ocorrendo, não esperando, somente, atitudes por parte da escola. 


Descartar possibilidades como problemas de visão, de audição, de aprendizagem devem ocorrer em primeiro tempo. Entender o que está acontecendo e sair em busca de soluções como: psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos, aligrafias, livros de literatura é uma boa alternativa. Mas antes de procurar ajuda “extra”, vamos tentar entender um pouco como ocorre o processo de leitura e escrita em uma criança e como podemos estimulá-lo.


A maioria de nós vai pensar que é na alfabetização, mas muitos estudiosos sobre o assunto concordam que este processo ocorre muito antes do que imaginamos. Antes, mesmo, de a criança freqüentar a escola. Vem a ocorrer quando ela inicia o contato com materiais escritos em seu ambiente social.

Segundo a autora argentina Emilia Ferreiro, a criança pensa sobre a escrita, formulando hipóteses sobre ela, como maneira de compreender o que significa. Ela ainda não associa os sons falados a letras escritas concisas. Mas em seus rabiscos ela diz estar escrevendo e até consegue ler o que escreveu. Ela não sabe ler “Coca-cola”, mas identifica o “desenho” e sabe associá-lo a fala. Essas tentativas devem ser incentivadas e reforçadas. Rubem Alves, em um dos seus textos, cita a importância desta fase:


“Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. A criança volta-se para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está a ler.”


Lembro-me bem que um dos fatores que mais me estimulou a aprender a ler nesta época foram as histórias em quadrinhos. Meus irmãos, mais velhos, nunca queriam lê-las para mim e eu tentava “decifrar” aqueles sinais. Tinha tanta sede de aprender a ler que quando comecei a alfabetização lia tão rápido que era necessária a intervenção da professora. Tive a sorte de ser incentivada através de histórias de quadrinhos, livros e discos que contavam os clássicos contos infantis.


Durante a aprendizagem da escrita, a criança passa por várias fases até chegar à hipótese alfabética (veja fig. 01), quando ela vai começar a associar o som a cada caráter escrito. Ainda não há o domínio das regras ortográficas, mas a produção escrita se torna legível para um adulto. Por se tratar de uma aquisição cultural, que não ocorre apenas internamente na criança, o meio em que ela está inserida pode estimulá-la, a fim de que possa perceber as diferenças no padrão de escrita do idioma e compará-los com sua maneira de escrever para que adquiram a escrita ortográfica. A criança vai escrever como fala ou como acha que deve ser e em contato com outros materiais escritos e estimulo do ambiente vai poder identificar e comparar sua escrita, identificando os seus erros.


É importante lembrar que podem ocorrer diferenças quanto as idades no processo da evolução da escrita, essas diferenças têm a ver com o maior ou menor interesse e estimulação. 


Nesta fase o acompanhamento dos pais é fundamental. Principalmente quando a criança está em uma fase inicial do processo e a requisição escolar é de uma fase mais adiantada. Identificar e tratar das dificuldades referentes ao processo durante este período é fazer com que a criança evolua, já que problemas não solucionados a tempo podem se transformar em uma “bola de neve”. 


A leitura deve ser apresentada desde cedo a criança, pois desenvolve-se de forma gradual e é um hábito a ser adquirido, de forma prazerosa. O ambiente social (família) é um dos primeiros e grandes incentivadores, já que um hábito dos pais serve de modelo para as crianças. Se os pais lêem para os filhos ou tem o costume de incentivá-los através de jogos, brincadeiras, músicas ou atividades que associem a leitura, os filhos irão se espelhar em seus modelos e será mais prazeroso o hábito da leitura e consequentemente o da escrita.

Não se deve punir, nem criticar uma criança por não estar lendo ou escrevendo de forma adequada ou como outra da mesma idade. Isso pode atrapalhar em seu desenvolvimento e trazer insegurança e incapacidade. Deve-se compreender e incentivá-la de maneira que lhe estimule e traga prazer.


A leitura reflete, significamente, na escrita do ser humano, seja ele criança ou adulto. Pois é, a partir dela, que vamos memorizar certas “regras ortográficas”, ampliar nosso vocabulário, conhecer estruturas de diferentes textos, respeitar os padrões de língua, fazer associações, interpretações, adquirir conhecimento e construir conhecimento. A literatura traz novos horizontes, desperta curiosidades, encontra novidades. 


Só se aprende a ler e escrever, lendo e escrevendo.

Por: Anahí Rivas Coordenadora do NAP – Núcleo de Apoio Pedagógico. nap.feira@gmail.com Pós graduanda em Psicopedagogia pela Visconde de Cairu. Licenciada em letra vernáculas pela UEFS

Ecopedagogia - A Biodiversidade em foco




Quando objetivamos compreender melhor o papel da educação centrado nas necessidades humanas, devemos a princípio estabelecer quais são estas reais necessidades, já que num contexto geral, de acordo com os “novos” paradigmas da educação focados nas últimas décadas, as estratégias deveriam ser estabelecidas sobretudo com vistas ao desenvolvimento tecnológico e científico da sociedade moderna. Numa análise mais realista, vimos no que cuminou o excesso desta preocupação... Criamos capitalistas cegos, superdotados em recursos técnicos e desvalidos em consciência social. Incapazes de prever que não será possível ao homem desenvolver, inventar, avançar, conquistar e enriquecer, se o mesmo homem não conseguir ser, antes bem sucedido, na missão de SOBREVIVER...

Fácil de explicar este raciocínio imperfeito... A preocupação pura em desenvolver autonomia e criticidade  sempre referente aos fatores externos, impeliram o desenvolvimento da capacidade de auto-crítica e da noção de dependência eterna...Criamos sim, nos educandos de ontem e depredadores dos recursos naturais de hoje, uma prepotência cega, que gerou esta falsa presunção causadora de tanta destruição... Dependemos sim, indefinidamente uns dos outros, e todos dependemos ainda mais de uma natureza, que apesar de ferida ainda em lágrimas nos serve.

A biodiversidade, já que refere-se a variedade de vida no planeta Terra, tem no  Brasil , um percentual que deveria ser o mais significativo do mundo, já que abriga uma quantidade enorme e quase incalculável  das espécies vegetais, animais e de microrganismos do mundo. Por que então apenas deveria ser e não o é??? Apesar do crescente interesse internacional pela “megabiodiversidade”  brasileira, sabemos que ela por si só nãoé garantia de crescimento econômico, sobretudo porque, este interesse é muito mais internacional do que nacional, já que preferimos levar para fora o marketing do nosso bom futebol e do carnaval, do que nos colocarmos no papel de tutores do que pela natureza nos foi concedido... Vejam bem, ser “tutor” não é ser dono, porque dono usa e abusa, enquanto o “tutor” tem, antes o dever de cuidar e preservar... Será que as pseudo “potências mundiais”, diga-se de passagem, numa visão também um tanto presunçosa, não estão querendo aproveitar-se de nossa negligência para apropriar-se das riquezas que temos e que não demonstramos valorizar? O segundo ponto, que define este porque é que, apesar dos números em espécies darem a falsa impressão de abundância, muitas dessas espécies encontram-se em populações reduzidíssimas, devido a fatores como o desmatamento e a conseqüente perda de habitat natural. Muitos dos danos causados são irreparáveis e absolutamente irreversíveis.

A Ecopedagogia pretende unir ecologistas e educadores numa visão em comum, a de salvar a vida na Terra... Partindo para uma campanha, não territorial, mas de cunho global, pelo desenvolvimento sustentável.

Ensine o aluno de hoje, a mover recursos para salvar o mundo de amanhã!

Autoria : Elaine Cristina Trigo Malta - Palestrante e Educadora.

Auto-Estima: alma da educação



Não se pode pensar em educação integral sem pensar em AUTO-ESTIMA. A auto-estima é uma poderosa necessidade humana, que contribui de maneira essencial para o processo da vida, sendo indispensável para um desenvolvimento normal e saudável. Tem valor de sobrevivência. 

Cada um decide a pessoa que é. A cada momento. E, se não estiver gostando, pode mudar. Pode reprogramar-se.Acreditar na sua capacidade de decidir sua vida é um passo essencial para ter auto-estima e realizar seus ideais.

A valorização de si mesmo é um processo que se constrói no dia-a-dia e que pode ser ajudado através do autoconhecimento. Quem se conhece, sabe da riqueza que existe em seu mundo interior, sabe dos recursos de que pode lançar mão nos momentos bons e ruins, confia mais em si mesmo, entretanto a pessoa que não se valoriza que não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.

A auto-estima fortalece, dá energia e motivação. Ela inspira a obter resultados e permite sentir prazer e satisfação diante de realizações. A auto-estima proclama-se como uma necessidade porque sua (relativa) ausência compromete nossa capacidade de funcionar. É por esse motivo que dizemos que ela tem valor de sobrevivência. E hoje mais do que nunca. Atingimos um ponto na história em que a auto-estima, que sempre se mostrou como uma necessidade psicológica de suma importância, também se tornou uma necessidade econômica da maior relevância, atributo imperativo para a adaptação a um mundo cada vez mais complexo, desafiador e competitivo

As escolas, diretores, professores e alunos precisam despertar para a alma da educação, a tão esquecida AUTO-ESTIMA. Esse componente do comportamento humano e da psiquê é fundamental para uma escola sadia, arejada e voltada para o educador e o educando. 

O indivíduo com boa auto-estima é:
Ambicioso sem ser ganancioso 
Poderoso sem ser opresso.
Assertivo sem ser agressivo 
Inteligente sem ser pernóstico 
Humilde sem ser subserviente 
Compreensivo sem ser idiota 


As aulas, as atividades complementares, as provas fazem parte do dia a dia das escolas, mas falta a capacidade de AMAR, que vem da auto-estima, do auto-amor. É fundamental que educador e educando se amem em primeiro plano para depois conseguirem plasmar o AMOR na relação interpessoal da educação. Pestalozzi já nos dizia “educar é amar”. Se o educador amar, o aluno irá receber esse amor e assim, trabalhará com esse sentimento, surgindo, de verdade, a EDUCAÇÃO INTEGRA, PLENA, de dentro para fora, despertando os potenciais e as habilidades dos alunos.
 

Quanto mais saudável for a auto-estima, mais propenso se torna tratar os outros com respeito, benevolência, boa vontade e equanimidade – uma vez que não se tende percebê-los como ameaça, e que o auto-respeito é a base do respeito pelo outro. Enfim, a auto-estima elevada é a base para a felicidade pessoal. 


Com uma auto-estima elevada, é mais provável que consigamos persistir diante das dificuldades. Com uma auto-estima baixa é mais provável que desistamos ou façamos o que tem que ser feito, sem dar de fato o melhor de nós. As pesquisas mostram que os indivíduos com auto-estima alta persistem nas tarefas um tempo significativamente maior do que os indivíduos com baixa auto-estima. 


O valor da auto-estima não está apenas no fato de ela permitir que nos sintamos melhor, mas pode permitir que vivamos melhor – respondendo aos desafios e às oportunidades de maneira mais rica e mais apropriada. Um professor emocionalmente equilibrado, com auto-estima elevada, consegue intervir de forma adequada nas relações conflituosas de sua sala de aula, ou seja, sua participação na vida de seus alunos tenderá a basear-se no respeito e na justiça. O verdadeiro progresso econômico e social do mundo está inexoravelmente ligado ao bem-estar físico, emocional e intelectual.


AUTO-ESTIMA, a solução eficaz e proativa para uma EDUCAÇÃO INTEGRAL.

Fonte: PPD

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Shantala, massagem que alivia cólicas e acalmam os bebês


SHANTALA

A proposta abaixo sugerida geralmente é aplicada por mães em seus filhos bebês. Todavia, tendo em vista que muitos ingressam cedo demais em berçários e creches, a atividade pode ser realizada por professoras, objetivando suprir um pouco a carência da presença materna e firmando ainda mais seus laços afetivos com os alunos.
Escolha um horário diário ou semanal e aplique a Shantala em seus alunos bebês – eles merecem e agradecem!

De onde surgiu?

O obstetra Fréderic Leboyer percebeu que na Índia, apesar da pobreza, as crianças tinham bom tônus muscular e eram alegres. Foi pesquisar e conheceu Shantala, nas ruas pobres de Calcutá. A mulher estava com o filho no colo e massageava a criança com naturalidade. Leboyer descobriu que aquilo era uma tarefa diária das mães indianas, gostou do que viu e resolveu levar para a Europa o que havia aprendido. Batizou a massagem de Shantala, e escreveu um livro sobre o assunto.
Você vai precisar:
  • óleo de amêndoa doce ou de camomila
  • 2 travesseiros confortáveis
  • 2 toalhas grandes
  • brinquedo de estimação por perto
  • música suave
  • ambiente aquecido 
Importante : O bebê não pode sentir frio.


A shantala é bastante interessante na fase em que o bebê ainda não tem controle sobre todos os movimentos do corpo, porque serve de estímulo.
São necessárias apenas algumas gotinhas de óleo vegetal para deslizar as mãos atingindo objetivos como acalmar o bebê, eliminar gases, cólicas e prisão de ventre ou deixar o sono mais tranqüilo.
É indicado o óleo vegetal para a massagem porque ele é mais fácil de ser absorvido pela pele do bebê. Normalmente a versão de amêndoa pura e, nos casos de cólicas muito acentuadas, óleo com camomila .
Para uma massagem mais relaxante, é só fazer a série de forma mais suave e superficial. Se a idéia for estimular o bebê, os toques precisam ser mais profundos e rápidos.
O ideal é repetir os movimentos três vezes e aumentar o número gradativamente de acordo com a aceitação do bebê.
É muito importante que a massagem seja prazerosa para o bebê, mantendo-o calmo e sem chorar.
O ideal é fazer a shantala meia hora depois de uma mamada para que o bebê não sinta fome durante a massagem. Se ele sente muita cólica na parte da tarde, por exemplo, é recomendável que a massagem seja feita de manhã, servindo como medida preventiva.
Baseando-se nos canais e centros energéticos do corpo. Se observarmos isso teremos um retorno 100% benéfico para o bebê. O toque, o carinho provoca um aumento da auto-estima e consequentemente da imunidade.
Como a massagem é feita diariamente é importante manter um ritmo. Atua sobre todo o sistema neurológico equilibrando-o. Desenvolve a coordenação motora. Atua ainda sobre a musculatura, articulações, alonga e promove eliminação de tensões, facilita um sono tranqüilo e profundo. Enfim, transforma o bebê num bebê saudável em todos os aspectos.
A criança que recebe amor na infância será um adulto equilibrado, sem traumas e que transmitirá sentimentos altamente elevados para com os seres humanos e toda a natureza.

Saiba como fazer a Shantala

 

  • Sente-se com as pernas esticadas para frente e deite o bebê sobre elas. Comece fazendo uma limpeza energética, esfregando uma mão na outra, para que as palmas fiquem aquecidas. Faça essa fricção com as mãos no alto da sua cabeça, para que a energia flua. Inspire e mentalize energia positiva para o seu bebê.

  • Faça um triângulo com as mãos e leve até a altura do peito do bebê (sem tocá-lo com a distância de um palmo). Separe as mãos e vá contornando todo o corpinho da criança, sem tocá-la, e expire.A cada contorno terminado, chacoalhe as mãos (como se elas estivessem molhadas e você quisesse eliminar o excesso de água). Repita o procedimento por três vezes, mantendo a respiração.

  • Passe o óleo em suas mãos e esfregue-as. Lembre-se de passar o óleo novamente, sempre que começar a massagear uma nova região (exceto o rosto do bebê).

  • Com as mãos bem relaxadas e os dedos unidos, posicione-as no centro do peito do bebê. Deslize, horizontalmente, a mão esquerda até a axila de mesmo lado. Simultaneamente, faça o mesmo movimento à direita.
  • Novamente, comece o movimento no centro do peito do bebê e, dessa vez, termine em cada um dos ombros dele.
  • Começando o movimento pelo centro do peito da criança, suba uma mão de cada vez (formando um X), até o final do ombro. Deixe seus dedos chegarem embaixo da orelha dele. Sempre que a massagem for feita em movimentos alternados, inicie pelo lado esquerdo do bebê, que é o lado mais receptivo.
  • Faça um círculo com as suas mãos, como se fosse um bracelete. Com uma delas, segure o pulso do bebê. Enquanto isso, a outra mão vem de encontro àquela que está segurando o pulso, partindo do ombro. Quando as mãos se encontrarem, alterne-as, dando continuidade o movimento funciona como se o bracinho do bebê fosse uma corda, que você puxa para escalar uma parede.
  • Faça um movimento de rosca (uma torsão suave) com as duas mãos, iniciando pelo ombro e descendo até o pulso do bebê.
  • Apoie a mão do bebê, com a palma virada para cima, em uma das suas mãos. Use o seu polegar da outra para massagear a mãozinha dele, partindo do pulso e chegando até a ponta dos dedinhos.
  • Deslize sua mão espalmada e com os dedos unidos por toda a mãozinha do bebê.
  • Aperte delicadamente os dedinhos do bebê, um a um, começando pelo polegar.
  • Faça um movimento com as suas mãos em concha, da base das costelas até o começo dos genitais dele. Essa técnica é ótima para aliviar as dores da cólica. Se as dores forem muito fortes, intensifique o movimento. 
  • Segure as perninhas para o alto e, com o ante-braço, coninue massageando a região abdominal. Repita o mesmo movimento com as mãos.

  • Faça um círculo com as suas mãos, como se fosse um bracelete. Com uma delas, segure o tornozelo do bebê. Enquanto isso, a outra mão vem de encontro àquela que está segurando o tornozelo, partindo da virilha. Quando as mãos se encontrarem, alterne-as, dando continuidade ao movimento, como no passo 7.

  • Apóie o pé do bebê em uma das suas mãos. Com a outra, deslize o polegar, massageando a sola do pezinho.

  • Deslize sua mão espalmada e com os dedos unidos por todo o pé do bebê, tanto a sola como o peito.

  • Aperte delicadamente os dedinhos do pé do bebê, um a um, começando pelo polegar. 
Fonte:  Fréderic Leboyer. Livro Shantala

A aventura de ensinar, criar e educar




O educador lida com a arte de educar. O instrumento de sua arte é a pedagogia. Ciência da educação, do ensinar. É no seu ensinar que se dá seu aprendizado de artista. Toda pedagogia sedimenta –se num método. Maneira de ordenar, organizar com disciplina, a ação pedagógica segundo certos pressupostos teóricos. Toda pedagogia está sempre engajada a uma concepção de sociedade, política. É neste sentido que nesta concepção de educação de educação este educador faz arte, ciência e política. Faz política quando alicerça seu fazer pedagógico a favor ou contra uma classe social determinada. Faz ciência quando apoiado no método de investigação científica estrutura sua ação pedagógica. Faz arte porque cotidianamente enfrenta – se com o processo de criação na sua prática educativa, onde no dia – a - dia lida com o imaginário e o inusitado. A ação criadora envolve o estruturar, dar forma significativa ao conhecimento. Toda ação criadora consiste em transpor certas possibilidades latentes para o campo do possível, do real. 


Assim, como o próprio viver, o cria é um processo existencial. Não lida apenas com pensamentos, nem somente com emoções, mas se origina nas profundezas de nosso ser, onde a emoção permeia os pensamentos ao mesmo tempo que a inteligência estrutura, organiza as emoções. A ação criadora dá forma, torna inteligível, compreensível o mundo das emoções. É nesta busca de significados que o educador estrutura, organiza a consciência de seu viver pedagógico. 


O ato criador é o processo de dar forma, dar vida aos nossos desejos. Para isso, é necessário estar concentrado – como corpo e a mente presentes – para desenvolver o esforço na educação do desejo que traz o germe da paixão.
Paixão que precisa ser educada... 

No exercício disciplinado de sua arte (mediado por seus instrumentos metodológicos), é que a paixão de educador é educada. Educador ensina a pensar, e enquanto ensina, sistematiza e apropria – se do seu pensar. Pensar é o eixo da aprendizagem. Para pensar e aprender tem – se perguntar. E para perguntar é necessário existir espaço de liberdade e abertura para o prazer e o sofrimento inerentes a todo processo de construção do conhecimento. A pergunta é um do sintomas do saber. Toda pergunta revela o nível da hipótese em que se encontra o pensamento e a construção do conhecimento. Revela também a intensidade da chama do desejo, da curiosidade de vida. Ansiedades, confusões e inseguranças são constitutivas do processo de pensar e aprender. Assim como também o imaginar, o fantasiar e o sonhar. Não existe pensamento criador sem estes ingredientes. Educador ensina a pensar. Mas somente pensar não basta. Educador ensina a pensar e a agir, segundo o que se pensa quando se faz. Nesta concepção de educação o educador é um leitor, escritor, pesquisador, que faz ciência da educação. 


Fonte: Madalena Freire. Graduada em Pedagogia pela USP Madalena Freire dedica-se desde 1981 à formação de educadores com grupos de reflexão e estudo.

Jogos e brincadeiras na creche




O brincar faz parte do universo infantil, porque a criança é naturalmente lúdica. Por isso, desenvolver um trabalho na escola com jogos e brincadeiras favorece a aprendizagem, porque é uma estratégica muito bem aceita pelos alunos. Na escola os jogos e brincadeiras devem alternar-se com aulas expositivas e constituem um excelente instrumento porque além de serem utilizados para fixação de conteúdos, é uma estratégia que leva o aluno a enfrentar situações conflitantes relacionadas com o seu cotidiano escolar e social, pois favorecem a formação da personalidade, desenvolvem a interação, a imitação, a atenção, a imitação, a memória, a imaginação e a socialização. Dessa forma, os jogos e brincadeiras na escola não podem ser reduzidos aos quinze minutos de recreio. Grandes teóricos como Rousseau, Froebel, Dewey, Piaget e Vygotsky confirmam a importância do lúdico para a educação da criança. Portanto os jogos na escola não pode ser considerado uma prática supérflua, com a justificativa que é uma perda de tempo, ao contrário ocupa lugar de extraordinária importância na educação escolar. Portanto, os alunos através de jogos e brincadeiras compreendem e aceitam formas e padrões de comportamento social e pessoal; e também a ter autoconfiança; a resolver novas situações, pois aplica os conhecimentos e habilidades adquiridas. O lúdico é um instrumento facilitador para a construção do conhecimento do aluno.
 
CRECHE

A creche precisa possibilitar que a criança manipule diversos tipos de material concreto, para que permita a formação de conceitos práticos dos objetos que a cercam. As atividades na faixa etária de 0 a 2 anos se baseiam principalmente na experiência imediata através dos sentidos, faz-se jogos de exercício que são aqueles em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer e por gostar dos seus efeitos.


Atividades 1. O nomes
Idade: a partir de 4 meses.
Objetivos: reconhecer o próprio nome

Desenvolvimento da atividade

1. Cante músicas na qual possa colocar os nomes das crianças, como: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha”
2. Procure chegar perto da criança cujo nome está sendo cantado; 3. Bata palmas e faça gestos enquanto canta.

Atividade 2- Barbante do barulho
Idade: a partir de 1 ano
Objetivo: desenvolver a coordenação e a audição Material: pote de plástico com tampa, barbante, sementes (arroz, feijão), fita adesiva
Como fazer o brinquedo:
1. coloque sementes no pote de plástico e cole a tampa e passe fita adesiva para reforçar;
2. Amarre um barbante no pote, deixando um cordão de uns 60 cm.

Desenvolvimento da atividade

1. A criança deverá enrolar o barbante no pote plástico, conforme enrola escutará o barulho das sementes.
Observação: para a essa atividade indicamos a música Enrola Bola de Rubinho do Vale 

Atividade 3: Meu caminho colorido
Idade: a partir de 1 ano
Objetivos: explorar sensações e materiais; registro gráfico
Material: papel pardo e sagu no sabor uva ou morango

Pinte com o sagu os pés das crianças para que elas a imprimam sobre o papel. As crianças iram imprimir os pés enquanto caminham sobre o papel.

Atividade 4. Na trilha sonora
Idade: a partir de 5 meses
Material: aparelho de som e cds com musicas variadas
Objetivo: Estimular a audição musical
1. Coloque músicas variadas: infantil, clássica, sertaneja, pop...
2. Em cada música faça um movimento para crianças, batendo palmas, levantando os braços, mexendo a cabeça, cantando.
Atividade 5. Caixas sortidas
Idade: a partir de 6 meses
Objetivos: desenvolver os sentidos e noção de tamanho e peso.
Materiais: papelão, caixa de leite, tesoura, fita crepe e papéis coloridos . As caixas poderão ser montadas de papelão, ou com caixas de leite com fita crepes nas laterais e encapadas com papéis coloridos.
Desenvolvimento:
1. A criança deverá colocar uma caixa dentro da outra, e enquanto levanta uma caixa, ou carrega as caixas, terá noção de peso e de tamanho. 2 a 4 anos de idade A criança de 2 a 4 anos de idade mesmo não conseguindo efetuar operações, já usa a inteligência e o pensamento. Ela é capaz de representar as suas vivências e a sua realidade, através de diferentes significantes: o jogo, o desenho, a linguagem, imagem e pensamento.

Atividades 6. Eu na história
Idade: a partir de 2 anos
Objetivo: identificação da imagem- do eu e das expressões faciais, despertar para o prazer em ouvir histórias, desenvolver a linguagem oral, a imaginação e a criatividade.
Materiais: EVAs coloridos, tesoura, cola, papel laminado em forma de círculos, caneta retroprojetor.
Preparando a atividade: Faça um livro de EVA com animais e uma criança, será um passeio no zoológico, em cada página terá um animal e uma criança, no rosto da figura da criança será colado o papel laminado, representando um espelho. Desenvolvimento da atividade
1. A professora contará uma história, o passeio no Zoológico. E a criança olhará para a figura da criança que tem no livro, e essa figura tem um espelho de papel laminado, assim verá a própria imagem. Poderá cantar: ......foi passea no zoológico iaiaô, e lá viu ........ iaiaiô. O/A fez..............iaiaiô.
2. Conforme conta a história a professora dirá que a criança da história ficou feliz com o passeio, assustada quando viu o leão, espantada quando viu o pato. Dessa forma, a criança deverá fazer as caretas no espelho.
3. A professora também perguntará o que a criança disse quando viu o animal, ou que barulho o animal fez para ela, assim trabalhará a linguagem e os sons.

Atividade 7. Dirigindo
Idade: a partir de 3 anos
Objetivos: desenvolver a criatividade, esquema de comunicação verbal e não verbal, exercitar movimentos finos e comuns para expressar uma idéia, trabalhar meios de transporte.
Material: figuras de meio de transporte, fita adesiva. A professora colocará com fita adesiva figuras uma figura de um meio de transporte em cada criança;
1. As crianças deverão fazer que estão dirigindo o meio de transporte que recebeu, fazendo também o som.
2. A professora tirará as figuras das crianças e fará uma grande roda da conversa;
3. Na grande roda a professora perguntará : “Que meios de transporte foram imitados? “Quem lembra o meio de transporte do............ (indica uma criança)?”
4. Com crianças acima de 4 anos de idade, peça para formarem grupos: - mesmo meio de transporte; - um grupo que tenha todos os meios de transporte.

Atividade 8. Controlando o grupo
Idade: a partir de 2 anos.
Objetivos: desenvolver a coordenação e interação com a turma
Material: aparelho de som e CD de música.

Desenvolvimento:
1. Formar duplas, trios;
2. Coloque uma música, como fundo musical.
3. As crianças andaram segurando no ombro do amigo, como num trenzinho
4. A primeira criança deverá conduzir os colegas, andando em círculos, de ré, em ziguezague.
5. As crianças trocaram de lugar e de grupo.

Atividade 8. Seguindo a trilha
Idade: a partir de 2 anos
Objetivos: desenvolver a atenção e o controle motor
Material: folhas de jornal Prepare o material Faça na folhas de jornal círculos e triângulos grandes.
Desenvolvimento da atividade:
1. Coloque os círculos e triângulos no chão, como caminhos
2. Faça uma fila indiana única com as crianças;
3. As crianças deverão andar primeiro só pisando nos círculos, depois só pisando nos triângulos.



Atividade 9: O corpo humano
Idade: a partir de 3 anos
Objetivos: conhecer o corpo humano
Material: giz
Prepare a atividade - Faça o desenho do corpo de cada criança no chão com giz;

Desenvolvimento:
1. Cada criança ficará dentro do seu desenho;
2. A professora dará as ordens: - Cabeça; - perna; - braço; - barriga; - joelho 3
E a criança ficará em cima da parte pedida.
Observação: Outra forma de trabalhar essa atividade é utilizar a música Cabeça, ombro, joelho e pé da Xuxa.

Fonte: Profª. Sheila Blasques

Trabalhando com o lixo


Uma das principais causas da degradação progressiva do meio ambiente são os padrões insustentáveis de consumo e de produção – em especial, os dos países desenvolvidos, que agravam a pobreza e acentuam os desequilíbrios sociais. Isso quer dizer que a cada dia aumenta o abismo existente entre os altos padrões de consumo de uns poucos, enquanto outros sequer têm as suas necessidades básicas atendidas.

O estímulo ao consumo desenfreado, associado à cultura do descartável, acaba gerando pressões ambientais (uma delas, o acúmulo de lixo) e com isso a necessidade crescente de eliminação desses resíduos.
Esses problemas exigem de toda a humanidade uma tomada de consciência e mudanças de comportamento para garantir padrões mais equilibrados de produção e de consumo que ao mesmo tempo sejam responsáveis por uma vida melhor para todos, com o menor impacto possível para o planeta.
Essa preocupação mundial sobre a conservação e a gestão de recursos não deve impedir o desenvolvimento de países e nações, mas precisa levar em conta aspectos sociais, ambientais e a promoção da saúde humana.
Já há algum tempo, professores e alunos vêm trabalhando com a coleta seletiva do lixo, com estímulo à reciclagem e ao reaproveitamento. No entanto, a produção de resíduos e sua eliminação devem contemplar a vida do cidadão comum, passar pelas indústrias, sem esquecer os compromissos dos governos locais com a causa global.
Dicas de Atividades
CADA UM E O SEU LIXO
Nem sempre a gente tem noção da quantidade e da variedade de lixo que produz, tanto individualmente quanto em grupos: em casa, na escola, no clube, numa festa de São João etc.
Para esta reflexão, você deve combinar com seus alunos que recolham em suas casas o lixo que lá produzem, durante o fim de semana.
Na data marcada, todos devem trazer para a escola o seu lixo para ser pesado e classificado. Em tempo: o lixo poderá ser orgânico ou inorgânico, mas aqui vamos trabalhar apenas com o inorgânico.
Para começar, que tal pesquisarmos a diferença entre um e outro? Para uma boa avaliação, você poderá criar uma tabela com o nome de cada aluno na vertical e, na horizontal, algumas variáveis:

  • o peso ou o volume do lixo de cada um;
  • a classificação desse lixo (copos? pontas de lápis? jornal velho?)
  • o que cada família faz com este lixo, para onde ele vai?

As soluções encontradas para se desfazer do lixo podem gerar sérios impactos ambientais!
DEZ PASSOS PARA UM DIA SUSTENTÁVEL
Sustentabilidade é um termo originado da expressão “desenvolvimento sustentável”, que consiste na possibilidade de “prover o melhor para as pessoas e para o ambiente tanto agora como para um futuro indefinido” (Fonte: Wikipedia).
Responda para avaliar se o seu dia-a-dia é sustentável:

  • Quanto tempo a torneira da pia fica aberta quando você escova os dentes?
  • No banho, você fecha a torneira do chuveiro enquanto se ensaboa ou aplica o xampu?
  • Quando é necessário subir para chegar aonde mora, você usa: escadas, elevador, mototáxi, carro?
  • Você anda mais de carro ou de ônibus?
  • Você usa copos plásticos descartáveis na escola ou em casa?
  • Você aproveita o verso de folhas de papel para escrever bilhetes ou anotar informações? Costuma imprimir mensagens eletrônicas?
  • Você se alimenta de produtos orgânicos e evita carne animal?
  • Se houver na sua casa chuveiro elétrico, você costuma tomar banho nos horários de pico de consumo de energia (das 18 às 21h) ou em horários alternativos?
  • Você reutiliza a água do ultimo enxágüe da maquina de lavar, ou do tanque, para lavar pisos e calçadas?
  • Costuma dormir com a televisão ligada

PARA ONDE VAI CADA TIPO DE LIXO?
O que é feito com a quantidade enorme de lixo produzida pelo seu bairro, sua cidade etc., de modo a não gerar novos problemas para o meio ambiente?
O que é feito, ou deveria ser feito com:

  • as garrafas pet, as latinhas de bebidas, copos descartáveis, pontas de cigarro, papéis em geral: de bala, folhetos de propaganda política, de imóveis, produtos promocionais de supermercados etc.?

Há ainda quem pense que “água lava tudo, menos língua de gente faladeira” e assim se utilize de um rio, lago ou lagoa próximos, da praia etc., e transforme esses espaços em uma verdadeira lata de lixo, sem saber o mal que isso causa a sua vida e à saúde do planeta!
FONTE: MULTIRIO, Revista NÓS DA ESCOLA. Coleção Gira Mundo nº 51 – 2007




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...