segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Mais Natal para vocês

Essas idéias são da professora Janete Gomes. Para quem gosta de uma arte com E.V.A, estas estão lindas.

EQUIPE MUNDO DO SABER

sábado, 26 de novembro de 2011

Casa do Papai Noel

Para quem não sabe, aqui fica a dica. Começou a funcionar no dia 24/11, pelo segundo ano consecutivo em Salvador, a Casa do Papai Noel, patrocinada pela Coca-Cola. Desta vez ela está na Avenida Paulo VI (Pituba), onde fica até 24 de dezembro.
A casa possui brinquedoteca, sala coca cola, escritório do Papai Noel, quarto, sala, lanchonete, árvore dos sonhos, sala de jantar, sala de estar, trenó, presépio em tamanho natural e as presenças do Papai e Mamãe Noel e alguns “ajudantes”. A novidade deste ano é a oferta de uma pista de patinação no gelo, com cobrança à parte do ingresso que dá acesso à casa. Nos dias de sexta a domingo, anjos, duendes e fadas dançam e cantam para os visitantes. Neve artificial e show de luzes ajudam o público a entrar no clima do Polo Norte.

Às quartas, a entrada é gratuita, mas é necessário se cadastrar através do site do projeto ou pelo telefone (71) 3025-2412. Os visitantes podem doar brinquedos para as crianças do Núcleo de Apoio ao Combate do Câncer Infantil (NACCI) e da Creche Criança Feliz.

SERVIÇO
Endereço: Av. Paulo VI, 91, Pituba, tel.3025-2412/2403
Horários de funcionamento: quarta e quinta, das 14h às 21h, sexta das 14h às 22h, sábado e domingo das 10h às 22h.
Ingressos: quinta e sexta custam R$ 25 e sábado e domingo R$ 30. Crianças a partir de dois anos pagam. Vendas na bilheteria local ou nos balcões Ticketmix.
Ingresso para pista de gelo: R$ 15 por 15 minutos / R$ 25 por 30 minutos e R$ 35 por 40 minutos
PROGRAMAÇÃO:
Atores que interagem com as crianças: sexta, sábado e domingo
Musical: sábados e domingos das 17h às 22h
Coral: 26 e 27/11 às 19h; 3, 4, 10, 11, 17 e 18/12 às 19h
Para maiores informações acesse o site aqui

EQUIPE MUNDO DO SABER

Colônia de Férias

 A Colônia de Férias ENGENHOCA (Salvador) acontece em dezembro e janeiro e é voltada para crianças com idade entre dois e cinco anos, com ou sem a companhia da babá ou familiar. Atividades com arte, jogos e brincadeiras promovem interação e socialização. Há espaço para correr, cama elástica grande, tanque de areia, piscina (de montar), chuveirão, casinha-clube, jardinagem e espaço Gourmet Mirim, para experiências culinárias. Serão servidas refeições com comidas orgânicas e balanceadas. Onde: Engenhoca Amaralina – Praça dos Ex-combatentes, nº 2 (em frente ao Quartel de Amaralina). Período: a partir de 1º de dezembro. Manhã: 8h30 às 12h e das 14h às 17h30. Há possibilidade de horário ampliado (entrada mais cedo pela manhã, às 7h30, e saída às 18h30 para o turmno da tarde). Há ainda a opção de almoço, fornecido pelo Empório da Papinha. A programação é customizada e o preço varia com a quantidade de turnos contratados (quanto mais dias, menor o valor). Reservas: (71)8172-8939 (procurar Fabiana)

Tabela de Frequencia e Descontos - Colônia de Férias - dez 2011 e jan 2012

A Tabela de Descontos da Engenhoca - Qualidade em Educação é apenas mais um elemento que compõem a sua inovadora proposta pedagógica e gestão educacional. A forma autêntica de como apresentamos nossos preços reflete também a nossa forma de organizar e a filosofia de trabalho. 

 

"Solicitamos que ao repassar a tabela de valores via email para amigos e parentes façam através do blog neste mesmo link.”
http://engenhoca-salvador.blogspot.com/2011/11/tabela-de-frequencia-e-valores-colonia.html
 

Eles mantiveram a mesma referencia - por encontros, que equivale a uma manhã ou tarde, e acrescentaram novos horários para atender as demandas e necessidades das famílias. 
HORÁRIOS -  MANHÃ - 8h30min às 12h                       
                    TARDE -  14h às 17h30min 


Fabiana Dantas - Coordenação Geral das Atividades Engenhoca.

 

EQUIPE MUNDO DO SABER


sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A galinha ruiva

Falaremos hoje sobre a história infantil A galinha ruiva. As crianças adoram essa história. Podemos trabalhar com ela para enfatizar a importância da cooperação, do trabalho em equipe...
 Para baixar e ouvir com seus alunos clique aqui


Era uma vez uma galinha ruiva, que morava com seus pintinhos numa fazenda.
Um dia ela percebeu que o milho estava maduro, pronto para ser colhido e virar um bom alimento.
A galinha ruiva teve a idéia de fazer um delicioso bolo de milho. Todos iam gostar!
Era muito trabalho: ela precisava de bastante milho para o bolo.
Quem podia ajudar a colher a espiga de milho no pé?
Quem podia ajudar a debulhar todo aquele milho?
Quem podia ajudar a moer o milho para fazer a farinha de milho para o bolo?
Foi pensando nisso que a galinha ruiva encontrou seus amigos:
- Quem pode me ajudar a colher o milho para fazer um delicioso bolo? - Eu é que não, disse o gato. Estou com muito sono.
- Eu é que não, disse o cachorro. Estou muito ocupado.
- Eu é que não, disse o porco. Acabei de almoçar.
- Eu é que não, disse a vaca. Está na hora de brincar lá fora.
Todo mundo disse não.
Então, a galinha ruiva foi preparar tudo sozinha: colheu as espigas, debulhou o milho, moeu a farinha, preparou o bolo e colocou no forno.
Quando o bolo ficou pronto ...
Aquele cheirinho bom de bolo foi fazendo os amigos se chegarem. Todos ficaram com água na boca.
Então a galinha ruiva disse:
- Quem foi que me ajudou a colher o milho, preparar o milho, para fazer o bolo?
Todos ficaram bem quietinhos. ( Ninguém tinha ajudado.)
- Então quem vai comer o delicioso bolo de milho sou eu e meus pintinhos, apenas. Vocês podem continuar a descansar olhando.
E assim foi: a galinha e seus pintinhos aproveitaram a festa, e nenhum dos preguiçosos foi convidado.

Sugestões de atividades relacionadas ao tema
Não percam a oportunidade para trabalhar a receita com seus alunos. Façam um delicioso Bolo de Milho e aproveitem.

EQUIPE MUNDO DO SABER

Enfeites de Natal

Gente, aqui estão mais algumas sugestões de enfeites para a sala de aula com o tema Natal. Espero que gostem.

EQUIPE MUNDO DO SABER

sábado, 19 de novembro de 2011

Ser professor: uma escolha de poucos

Pesquisa com estudantes do Ensino Médio comprova a baixa atratividade da docência.

Nos últimos anos, tornou-se comum a noção de que cada vez menos jovens querem ser professores. Faltava dimensionar com mais clareza a extensão do problema. Um estudo encomendado pela Fundação Victor Civita (FVC) à Fundação Carlos Chagas (FCC) traz dados concretos e preocupantes: apenas 2% dos estudantes do Ensino Médio têm como primeira opção no vestibular graduações diretamente relacionadas à atuação em sala de aula - Pedagogia ou alguma licenciatura (leia o gráfico abaixo).

Uma profissão desvalorizada
Só 2% dos entrevistados pretendem cursar Pedagogia ou alguma Licenciatura, carreiras pouco cobiçadas por alunos das redes pública e particular.
Fonte: Pesquisa Atratividade da Carreira Docente no Brasil (FVC/FCC)

A pesquisa, que ouviu 1.501 alunos de 3º ano em 18 escolas públicas e privadas de oito cidades, tem patrocínio da Abril Educação, do Instituto Unibanco e do Itaú BBA e contou ainda com grupos de discussão para entender as razões da baixa atratividade da carreira docente. Apesar de reconhecerem a importância do professor, os jovens pesquisados afirmam que a profissão é desvalorizada socialmente, mal remunerada e com rotina desgastante (leia as frases em destaque).

"Se por acaso você comenta com alguém que vai ser professor, muitas vezes a pessoa diz algo do tipo: 'Que pena, meus pêsames!'"
Thaís*, aluna de escola particular em Manaus, AM

"Se eu quisesse ser professor, minha família não ia aceitar, pois investiu em mim. É uma profissão que não dá futuro."
André*, aluno de escola particular em Campo Grande, MS

* Os nomes dos alunos entrevistados foram alterados para preservar a confidencialidade da pesquisa


O Brasil já experimenta as consequências do baixo interesse pela docência. Segundo estimativa do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apenas no Ensino Médio e nas séries finais do Ensino Fundamental o déficit de professores com formação adequada à área que lecionam chega a 710 mil (leia o gráfico abaixo). E não se trata de falta de vagas. "A queda de procura tem sido imensa. Entre 2001 e 2006, houve o crescimento de 65% no número de cursos de licenciatura. As matrículas, porém, se expandiram apenas 39%", afirma Bernardete Gatti, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e supervisora do estudo. De acordo com dados do Censo da Educação Superior de 2009, o índice de vagas ociosas chega a 55% do total oferecido em cursos de Pedagogia e de formação de professores.

 Faltam bons candidatos
A baixa procura contrasta com a falta de docentes com formação adequada.


Fontes: Inep e Censo da Educação Superior (2004 e 2008)

Um terço dos jovens pensou em ser professor, mas desistiu.

O estudo indica ainda que a docência não é abandonada logo de cara no processo de escolha profissional. No total, 32% dos estudantes entrevistados cogitaram ser professores em algum momento da decisão. Mas, afastados por fatores como a baixa remuneração (citado nas respostas por 40% dos que consideraram a carreira), a desvalorização social da profissão e o desinteresse e o desrespeito dos alunos (ambos mencionados por 17%), acabaram priorizando outras graduações. O resultado é que, enquanto Medicina e Engenharia lideram as listas de cursos mais procurados, os relativos à Educação aparecem bem abaixo (leia os gráficos ao lado).

Um recorte pelo tipo de instituição dá mais nitidez a outra face da questão: o tipo de aluno atraído para a docência. Nas escolas públicas, a Pedagogia aparece no 16º lugar das preferências. Nas particulares, apenas no 36º. A diferença também é grande quando se consideram alguns cursos de disciplinas da Escola Básica. Educação Física, por exemplo, surge em 5º nas públicas e 17º nas particulares. "Essas informações evidenciam que a profissão tende a ser procurada por jovens da rede pública de ensino, que em geral pertencem a nichos sociais menos favorecidos", afirma Bernardete. De fato, entre os entrevistados que optaram pela docência, 87% são da escola pública. E a grande maioria (77%), mulheres.


O perfil é bastante semelhante ao dos atuais estudantes de Pedagogia. De acordo com o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de Pedagogia, 80% dos alunos cursaram o Ensino Médio em escola pública e 92% são mulheres. Além disso, metade vem de famílias cujos pais têm no máximo a 4ª série, 75% trabalham durante a faculdade e 45% declararam conhecimento praticamente nulo de inglês. E o mais alarmante: segundo estudo da consultora Paula Louzano, 30% dos futuros professores são recrutados entre os alunos com piores notas no Ensino Médio. O panorama desanimador é resumido por Cláudia*, aluna de escola pública em Feira de Santana, a 119 quilômetros de Salvador: "Hoje em dia, quase ninguém sonha em ser professor. Nossos pais não querem que sejamos professores, mas querem que existam bons professores. Assim, fica difícil".


Fonte: Rodrigo Ratier e Fernanda Salla. Publicado em NOVA ESCOLA Edição 229, Janeiro/Fevereiro 2010. 


EQUIPE MUNDO DO SABER

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Mochila escolar

 QUAL A MOCHILA CERTA?
Você já deve ter comprado a mochila para seu filho ir a escola, certo? Ótimo, mas você reparou se o tamanho da mochila é realmente adequado para as necessidades diárias de seu filho?  O ortopedista do hospital do coração Dr. Sergio Xavier alerta para o uso incorreto e o peso excessivo das mochilas da criançada.
O que levar à escola, e como levar é um dilema que há tempos os pais enfrentam. É um cuidado que deve ser redobrado a cada ano, para que possam evitar lesões sérias que podem se tornar doenças crônicas.
A maneira como carregar, erguer ou retirar a mochila das costas faz toda diferença. Se comparada a bolsas de uso lateral, a mochila com duas alças é a mais indicada pois distribui o peso dos objetos pelos músculos e abdômen. Segundo Dr. Sérgio Xavier, o mau uso da mochila pode ocasionar dor muscular, ferimentos abrasivos e problemas na a coluna: "o peso pode afetar as articulações, influindo no desenvolvimento das crianças. O ideal é que o peso da mochila não ultrapasse 10% do peso de seu filho.", explica o ortopedista.

Mochila com alça  X   Mochila com rodinhas

Muitos pais acreditam que a mochila com rodinhas é a melhor opção para a criança. Engano! "A altura do puxador tem que ser adequada a altura da criança, e o peso também não pode ultrapassar a porcentagem limite, caso isso aconteça, o esforço da criança ao puxar o carrinho pode causar lesões tão sérias quanto carregar a mochila nas costas. Portanto veja se o que seu filho carrega na mochila é mesmo o que ele precisa.", alerta Dr. Xavier.
Fique atento a qualquer reclamação da criança e ao primeiro sinal de dor consulte um médico.  

Mochila: lesões mais comuns

Em média o HCor atende no início do ano cerca de 10 crianças por mês com queixas de dores nos ombros, geralmente ocasionadas pelo mau uso das mochilas escolares. São problemas que se não tratados podem levar a prejuízos na saúde para a vida toda. É comum encontrar jovens com problemas de postura e dores crônicas nas articulações.
Os problemas mais comuns pelo uso incorreto da mochila são:
• Dor muscular
• Ferimentos abrasivos
• Alterações posturais
• Fadiga
• Irritabilidade
Quando a criança é diagnosticada com esses problemas o tratamento de reabilitação é iniciado com sessões de fisioterapia e exercícios de compensação.

Mochila: como prevenir lesões

Para prevenir possíveis lesões nas crianças o Dr. Xavier dá algumas dicas:
• As mochilas devem ter duas tiras para distribuir o peso da melhor forma.
• As tiras devem ser preferencialmente acolchoadas e ajustadas de forma que a mochila fique rente ao corpo da criança.
• A largura da mochila não pode ser maior que o dorso da criança.
• A mochila não deve ultrapassar a cintura da criança.
• Dê preferência para mochilas com poucos bolsos. A diversidade de compartimentos pode ser um atrativo para carregar objetos inúteis.

Zele pela saúde de seu filho! Fique atento ao peso das mochilas todos os dias!!

Fonte: Blog da BBEL 

EQUIPE MUNDO DO SABER

Árvores de Natal

Opções para enfeites natalinos. Especial árvores de papel:


É só utilizar a criatividade para criar peças exclusivas.
EQUIPE MUNDO DO SABER

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Onde estudar?

Hoje, abordaremos um tema difícil e polêmico. Qual a escola mais adequada para seu filho? 
 
Todo mundo sabe o quanto é importante a frequência na escolinha ou creche, e que os efeitos positivos são inumeros para seu desenvolvimento, pois quando bem estimulada a criança avança na sua capacidade motora, na forma de se relacionar e trabalhar seus sentimentos e emoções, mas quais os critérios que devemos priorizar na hora de escolher onde nosso filho vai estudar?

1- Como entender a proposta pedagógica da escola?
Tarefa dificil, pois exige um certo conhecimento dos conceitos pedagógicos, que de forma geral são de três tipos: a tradicional, que prioriza a disciplina e cumprimento de regras; a lúdica, que tem como foco brincadeiras com pouca preocupação pedagógica e a socioconstrutiva que é forte em planejamento de situações de apredizagem e que há conteudo para cada faixa etária. Quando for conhecer a escola, peça pra conhecer qual é a proposta pedagógica, conhecer a filosofia de ensino da escola e o que isso significa. Anote algumas perguntas que pode fazer:

Qual a proposta educativa? E como a equipe se organiza para cumpri-las?
Como a pré-escola trata a questão de alfabetização? Vai alfabetizar? Quais métodos?

Um ponto importante também é conhecer outros pais de alunos que frenquentam a escola e converse sobre o que eles acham sobre o método de ensino.

Mas em qualquer um dos projetos escolhidos observe se o trabalho é realizado com valores, cooperação e respeito às diferenças, e quanto mais próximos aos da sua familia melhor.

2- Como devem ser os professores da escolinha?
Nos dias de hoje não basta saber cuidar e gostar de criança, o professor do pré-escolar de hoje precisa ter formação e preparação adequada, dominar teoria do desenvolvimento humano. que ajuda a compreender a lógica infantil, as necessidades e especificidades de cada criança.
Ao conhecer a escola peça pra conhecer o professor, veja como ele se expressa e como ele se relaciona com a turma.
Uma dica da pedagoga Adriana Oliveira é observar se a professora olha para todas as crianças e se tem uma relação verbal com elas todas em vez de centralizar sua atenção em apenas algumas.

3- Como deve ser o espaço físico da escola?
Segurança é um item importante. Preste atenção se a escola tem escadas com grade de proteção e corrimão ou, melhor ainda, se opta por rampas, se as janelas de andares superiores têm telas, se as tomadas são cobertas e os produtos de limpeza mantidos fora de alcance dos pequenos. As cores dos espaços devem formar uma coerência visual: portas de uma cor, paredes de outra. As salas precisam ser arejadas e contar com passagens para um solário ou jardim, além de banheiros e trocadores por perto. Por fim, o ideal é que os ambientes disponibilizem materiais, como fantasias, brinquedos e livros ao alcance das crianças para que elas possam fazer escolhas.

4- A pré-escola tem proposta atual?
A Educação Infantil mudou muito nos últimos anos. Antes, o foco de uma creche ou pré-escola estava no cuidar, agora está no educar - tendo como meio para isso o brincar. Esteja atento a essas mudanças ao visitar pré-escolas. Mais perguntas que você pode fazer:

Que propostas de ensino a coordenação apresenta em seu discurso?
Como ela se posiciona em relação à avaliação dos alunos (nota, conceito, avaliação dos professores)?
E em relação à mobilidade entre as fases (maternal, jardim I, II etc)?
Algumas escolas não aceitam que a criança retorne para uma fase anterior por não estar acompanhando o ritmo da turma e outras sim.
Outro ponto a se observar é se a escola trabalha com psicomotricidade (atividades específicas de movimento que ajudam a criança a tomar consciência de seu corpo) e se oferece um ambiente alfabetizador, com muitas situações de leitura e escrita.

5- O que contempla um curriculo da pré-escola?
Nem todas as escolas trabalham da mesma forma, por isso os pais precisam sempre conhecer o projeto político pedagógico (também chamado de proposta pedagógica) de cada escola e ver qual combina mais com a educação que eles esperam para o seu filho. É importante saber que o MEC traçou diretrizes educacionais com a finalidade de orientar o trabalho das escolas. Segundo essas diretrizes, a Educação Infantil deve trabalhar com linguagem oral e escrita, matemática, natureza e sociedade, movimento, artes e música, além da questão da formação pessoal e social (desenvolvimento da identidade e da autonomia). A forma como as escolas contemplam esse conteúdo em seus currículos varia muito. Algumas trabalham com projetos pedagógicos que articulam as áreas do conhecimento e surgem a partir de uma necessidade da turma. Outras escolas trabalham com programações mensais e usam material de apoio fornecido pelo MEC. Informe-se na diretoria da escola.

6- Quantas crianças há na sala de aula?
Na Educação Infantil, ensino de qualidade é sempre associado a salas com turmas pequenas e bem atendidas pela professora. O Conselho Nacional da Educação estabelece um limite de crianças por educador, de acordo com a idade:
--> 0 a 2 anos: máximo de 8 crianças por educador
--> 3 anos: máximo de 15 crianças por educador
--> 4 e 5 anos: máximo de 20 crianças por educador

Mas atenção: o Conselho determina também que crianças de zero a três anos precisam de um espaço de 1,5 metro em sala de aula e crianças de 4 e 5 anos, de um espaço de 1,2 metro. Algumas escolas optam por colocar uma ajudante de sala para auxiliar o professor nos cuidados com as crianças, mas não é obrigatório.


7- Como deve ser a troca de informações entre a escola e os pais?
A família precisa ter inúmeros canais de comunicação com a escola e o professor. Além das reuniões mensais ou bimestrais, os pais podem receber uma agenda diária (algumas escolas chamam de diário) com informações práticas, por exemplo, se a criança tomou o lanche, se ela apresentou melhoras do resfriado, se dormiu, se ela se machucou e como foi isso, entre outras informações sobre acontecimentos daquele dia.

8- A localização da escola é importante?
Os especialistas se dividem nessa questão: alguns avaliam que, quanto mais perto de casa ou do trabalho, melhor. Isso facilita a ida ao local em caso de emergência, além de evitar que seu filho faça longas viagens pela cidade e tenha de enfrentar o trânsito ainda pequeno. Outros acham que vale a pena colocar a criança em uma escola um pouco mais distante se ela oferecer um ensino de melhor qualidade. De qualquer forma, fazer crianças muito pequenas viajarem mais de uma hora todos os dias, ou acordar de madrugada, não é a melhor saída. Elas ficam cansadas e até estressadas. Os pais tem que analisar bem e ver o que é melhor para o pequeno.

9- Quanto mais cara a escola, mehor será a qualidade?
Nem sempre a escola mais cara traz vantagens significativas. Às vezes, a que cobra mensalidades mais em conta e segue uma proposta pedagógica interessante é melhor do que a cara e com prédio sofisticado. Vale observar se o preço pago corresponde, por exemplo, a espaços bem equipados (não necessariamente com luxo) e professores bem formados. A equipe precisa fazer cursos continuamente e, de preferência, financiados pela própria instituição. Essa é uma das principais diferenças de uma escola de qualidade.

10- Depois de um tempo é ruim mudar a criança pequena de escola?
Até os 5 anos, elas criam vínculos fortes com as pessoas próximas porque ainda são muito dependentes. Mudar de escola não é uma missão impossível. Isso deve ser feito caso a criança não goste do lugar ou os pais se sintam mal atendidos. Mas a transição é trabalhosa. O seu filho terá de se adaptar novamente a um novo ambiente. As primeiras semanas costumam ser mais delicadas e a presença de um dos pais ou um adulto de referência ajuda a superar o estranhamento.

11- A escola é autorizada?
Muitas escolas de Educação Infantil abrem todos os anos no país. Mas será que todas têm a autorização das secretarias municipais de ensino para funcionar? Essa informação precisa estar acessível nas escolas (geralmente na secretaria) mas, na dúvida, você pode consultar a diretoria da educação da região onde você mora. De acordo com Regina Célia Sylvestre, para ser autorizada a funcionar uma escola precisa estar em dia com sua estrutura, seu espaço, sua proposta pedagógica e seu corpo docente. Lembrando que a Educação Infantil no Brasil (escolas públicas ou privadas) é de competência dos municípios.
 
 
EQUIPE MUNDO DO SABER
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