sábado, 28 de abril de 2012

O Sanduiche da Maricota

 
A galinha Maricota preparou um sanduíche: pão, milho, quirera e ovo.
Mas quando ia comer, a campainha tocou.
Era o bode Serafim, que olhou o sanduíche e exclamou:
- Vixe! Falta aí um capim.
Aí chegou o Kim, o gato, cumprimentou a galinha, e vendo o sanduíche, palpitou:
- Falta a sardinha.
João, o cão, veio com o seu jeito de bom moço.
E educado, sugeriu:
- Coloquem nele um bom osso.
Sempre zumbindo e agitada, chegou a abelha Isabel.
Olhou o esquisito recheio:
-Melhora se puser mel.
Da janela, ouvindo o papo, muito metido a bacana, falou, convencido o macaco:
- Claro que falta banana!
-Banana? Sardinha? Mel?
Era o rato Aleixo.
-Milho? Osso? Capim? Argh!!!
- Vocês esqueceram o queijo!
A brincadeira acabou quando a raposa Celina olhou bem para a Maricota e falou:
- Falta galinha!
Maricota ficou brava:
- Fora daqui minha gente!
Jogou fora o sanduíche e começou novamente; Pão, milho, quirera e ovo. Como era pra ter sido.
_ Quem quiser que faça o seu com recheio preferido.

Essa história deliciosa com certeza irá encantar seus alunos e após contá-la, veja as atividades que poderá fazer com eles: 

 
Conhecer os personagens
 
Trabalhando com a matemática, faça a contagem de letras das palavras que aparecem no texto 
 
 
Arte da galinha Maricota
 
 
 
Peça para seus alunos criarem seus próprios sanduiches. 
 
Vamos imaginar como seria o sanduiche da Maricota? Crie com eles.

Fica aqui a dica. Imaginem sempre que uma história, para as crianças, não é apenas uma história! Vamos lá, até eu fiquei com água na boca desta atividade.

EQUIPE MUNDO DO SABER


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Educar?

Hoje, enquanto voltava para casa, obsevei um garoto, que devia ter seus 10 ou 11 anos, roubando uma senhora bem próximo a um hospital. Depois desta cena terrível fiquei a pensar. O que está acontecendo com esse mundo? O que está acontecendo com esta sociedade?

Hoje a justiça está obrigando jovens infratores a frequentarem a escola. O que acontece é que esses jovens estão ameaçando professores e destruindo o patrimônio escolar. Mas, vamos abrir um grande parêntese aqui. Não são apenas esses jovens infratores e sim uma assustadora parte de alunos, digamos, "de média e alta sociedade", fazendo coisas terríveis e lamentáveis.

A justiça garante o direito constitucional à educação. Eu concordo plenamente. Mas, o que me faz refletir é: por que será que a justiça entende que a educação quem dá é somente a escola? E por que, nesses casos, os juizes esquecem da educação supostamente provida pelos pais? Temos aí duas grandes questões que são muito pouco comentadas/discutidas!

Tudo bem que existe educação na escola e que tudo isso faz parte do que chamamos de “sistema educacional”. Tudo bem que os professores são formados para educar, mas, eles não são formados para lidarem com infratores. A minha questão é que lugar para educar NÃO É A ESCOLA, mas sim a FAMÍLIA. Vamos aos pontos: 
A criança só vai à escola depois de alguns anos de vida. Até lá, ela passa grande parte de seu tempo com a família (isso quando ela não é jogada em uma creche porque os pais precisam trabalhar). Durante esse tempo, a criança recebe a educação dos pais. Elas aprendem (ou ao menos deveriam aprender) o respeito ao próximo, a cidadanina, valores sociais e pessoais, higiene, além de aprenderem como falar e as prioridades da vida.

Quando a criança vai para a escola, ela já recebeu – e continua recebendo – uma educação em casa! E é essa a educação mais importante. Na escola, a criança não será educada, mas sim ensinada. O nosso “sistema educacional” não é de educação, mas sim de ensino e aprendizagem. As crianças aprendem matemática, português, estudos sociais, educação física, mas em nenhum lugar diz que ela deve aprender a ser educada. E é esse o grande problema.

Os pais estão deixando de educar os filhos pois acreditam que eles irão receber a devida educação na escola. E eles chegam na escola mal-educados e descuidados pelos pais – isso quando os pais não são péssimos exemplos. Em outras palavras, não são só os professores os responsáveis em serem bons exemplos para as crianças, mas também – e principalmente – os pais!

A verdadeira educação se faz em casa, na família e com as pessoas que convivemos todos os dias e não só na escola. A escola é responsável em ensinar disciplinas escolares, passar e desenvolver conhecimento teórico e prático e preparar o aluno para enfrentar o mundo, mas a verdadeira educação se faz em casa. Não é responsabilidade do professor de ensinar bons modos, só de mantê-los. Os pais é que precisam ensinar os limites para os filhos, seus direitos e responsabilidades como cidadãos e pessoas no mundo.
Se os pais não participam da educação dos filhos, não vai existir juiz no mundo que conseguirá resolver o problema da educação do Brasil e lei nenhuma garantindo educação para todos vai conseguir melhorar essa questão. Eu só me pergunto por que ninguém cobra dos pais essa boa educação ou por que os pais não são ensinados a educar seus filhos? Isso sim seria o melhor caminho…
EQUIPE MUNDO DO SABER

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Pintura Coletiva com crianças

 

Fica aqui uma dica para o fim de semana. Leve seus filhos, sobrinhos ou alguma criança que você conheça para uma experiência incrivel. Vai acontecer neste sábado, na Galeria Sobrado, que fica no Caminho das Árvores, um momento de pura descontração e ação social. A artista Italiana Corinna Carrara, pela primeira vez na América do Sul, estará organizando a atividade PINTURA COLETIVA COM CRIANÇAS. As crianças produzirão a pintura que será será revertida em favor de uma associação de auxílio à criança. Além de um dia maravilhoso, vocês estarão ajudando outras crianças. Não é maravilhoso? Então, já podem ir agendando, pois é neste sábado, dia 28 de abril, às 9h. GRATUITO!!!!!
  
A artista Corinna Carrara está com uma exposição em Salvador, “Re²-encontro”. Instalada na Galeria Sobrado (Alameda das Algarobas, Caminho das Árvores), espaço comandado pelo arquiteto e designer de interiores Décio Vianna, a mostra reúne pinturas que têm Espírito e Matéria como fios condutores da expansão da consciência cósmica. A artista criou suas obras após ter viajado ao Peru nos dois primeiros meses de 2012, onde desvendou a cosmo-visão do universo Inka. A visitação é gratuita e pode ser feita de segunda a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.

EQUIPE MUNDO DO SABER

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Diversão animada ou violenta?

Violência em desenhos infantis: fator de preocupação para os pais.
 
Ben 10, Dragon Ball Z, Naruto, Pokémon, Power Rangers. A geração que hoje tem seus vinte e poucos anos conhece alguns muito bem – outros nomes são novidades, e eles só ficam sabendo através de irmãos ou primos mais novos. O que também é tratado como novidade – apesar de nem ser tão recente assim – é a influência que programas de televisão (até mesmo desenhos animados) podem exercer no comportamento de crianças.
Fátima Bilotta, pedagoga, afirma que um desenho violento pode fazer a criança brigar com os irmãos ou amigos. “Isso não acontece porque ela quer, mas sim para reproduzir uma maneira de agir que aprendeu na televisão”, analisa. 
Round 1: os pais
Ivana Gavassi é mãe de Mateus, de oito anos, e não permite que o filho assista a determinados tipos de programas. “Uma criança não tem noção de que aquilo é apenas um desenho, e acaba levando a agressividade para a vida real”, justifica. Ela ainda conta que sempre proibiu o filho de assistir desenhos, já que, em uma das vezes que o menino teve acesso a esses programas, apresentou agressividade, mudando o jeito de brincar. “Ele queria bater, brincar de guerra, com espadas – assusta perceber como um simples desenho pode afetar nossos filhos”, conta. 

Já João Vitor, seis anos, tem acesso irrestrito aos desenhos da TV. A mãe, Graziela Di Madeu, fala que não exerce muito controle. “Ele só assiste os programas que passam de manhã, que são mais tranqüilos”. Para ela, o que preocupa são os filmes. “Não acredito que desenhos animados influenciam muito – me preocupo mais com filmes ou seriados. Se ele assiste Rebelde, por exemplo, fica respondão, agressivo”, afirma a mãe. 
Round 2: as crianças
É raro, mas pode acontecer de a própria criança se dar conta de que aqueles programas não são indicados. Kalel Menezes tem 16 anos e, há tempos, parou de assistir desenhos considerados violentos. “Eu percebia que queria ‘copiar’ o que os personagens faziam e isso não era saudável”, relembra. 

“Por necessidade dos pais – que trabalham fora –, a criança fica com uma empregada e acaba vendo desenhos que não são recomendados”, afirma Fátima. E como fazer para que os filhos não sejam expostos a essa programação inadequada? “Delimitando regras de horário”, responde a pedagoga. Segundo ela, os pais devem explicar os porquês de não assistir e propor outros programas ou até outras atividades em troca – oferecer brinquedos educativos, incentivar a leitura e até mesmo organizar uma tabelinha com os horários que as crianças podem ver televisão. 
 Top 5 dos desenhos violentos - de acordo com as mães
• Cavaleiros do Zodíaco
• Dragon Ball
• Pokemón
• Ben 10
• Naruto
 


O juiz
Elizabete Plantes é psico-pedagoga e tem uma posição bem definida sobre os desenhos. “A grande maioria apresenta traços de violência, e podemos dizer que isso é prejudicial sim”, afirma. Para ela, até mesmo desenhos como Tom & Jerry e Pica-pau podem incitar a violência. “Eles apresentam o comportamento violento disfarçados por bichinhos bonitinhos”, analisa. Segundo Elizabete, esses programas podem ser prejudiciais e, portanto, deve haver um trabalho da parte dos pais para que a criança não se torne violenta.
A psico-pedagoga explica: “Existem desenhos que incitam a luta apenas pela briga em si. Esses devem ser proibidos, pelo menos até a criança ter maturidade suficiente para entender aquilo como errado”. Por outro lado, desenhos mais ‘leves’, como o próprio Pica-pau, podem auxiliar no desenvolvimento da criança – desde que trabalhados adequadamente. “O aprendizado da defesa é importante para a criança”, diz Fátima Bilotta. Elizabete não discorda, mas ressalta a importância dos pais nesse processo. “O pai e a mãe devem sentar e assistir os desenhos com a criança, observar se há alguma mudança brusca de comportamento, e nunca fazer da televisão uma babá portátil”, resume. 

Reportagem Lilian Wiczneski


Vamos ler agora um depoimento de uma mãe sobre a influência do Ben 10 sobre seu filho
 
Meu filho sempre preferiu ouvir uma história a jogar bola, brincar de carrinhos a subir em árvores, vídeo game a... qualquer outra coisa.
Mesmo pequenino, já era mais intectual do que as outras crianças. A primeira professora logo comentou que a fala dele era muito boa, inclusive o português sempre corrreto. Era concentrado nas brincadeiras, inteligente mesmo.

Até que esses dias voltamos ao tal médico Waldorf. E sempre há uma coisa nova a aprender. Logo ele também percebeu a característica, nem precisou de muito. Meu filho começou a contar de-ta-lha-da-men-te os poderes de um tal alienígena do Ben 10.

E então o médico fez uma cara assim, digamos, diferente, quando disse que meu filho era bastante intelectual. Meu marido abriu um sorrisinho de orgulho.
Eu, sabia que um médico Waldorf não devia ter gostado nada de ouvir coisas do Ben 10, um desenho violento e desaconselhável para qualquer idade, principalmente para uma criança de apenas 3 anos (mesmo sendo na semana de completaria 4).

Então eu perguntei: isso é bom ou ruim?
- É ruim, claro.
(tipo, oi??)

Ele explicou que nesta idade, criança tem que brincar, correr, subir em árvore. Que era por isso que ele não estava comendo direito, porque não gastava energia, que a tv alimenta também. E de repente, era tudo tão óbvio, senti aquela culpa enorme.

É natural que toda mãe tenha alguma culpa, sempre. Mas a gente vai aprendendo a lidar com ela, e ao invés de culpa vamos transformando em aprendizado. Eu vou me perdoando para não carregar o peso de tudo, afinal, criar uma criança sem escola, em um apartamento, numa cidade que não tenho família e pouquíssimos amigos, no frio, tendo que trabalhar, cuidar da casa, cozinhar e tudo mais que somos nós mulheres? Mesmo me dedicando, não é nada fácil. Mas sempre (ou quase sempre) há tempo para reverter. Nesse caso, estou muito confiante que é possível.

Foi muito bom ouvir isso, porque o "relacionamento" com o Ben 10 já era preocupante para mim há algum tempo. Já estava uma coisa meio viciada, doentio. Só sabia falar nisso. Vivia num mundo paralelo, vivia a "realidade" da tv, enxergava com os olhos dela, então eu já sabia que o caminho não estava nada bom.

Pedia o brinquedo do Ben 10, o ovo de Páscoa do Ben 10, e queria ir ao supermercado toda hora só para olhar os brinquedos do Ben 10. Eu que não sou de ferro, quase sempre comprava para vê-lo todo feliz. E a coleção só crescia.

Ele acordava e já ligava o Cartoon, assistia o desenho em inglês sem entender nada! (acho que no fundo, esse ponto eu gostava).Tomei a atitude.

Voltei da consulta e não liguei mais a TV. Nem uma vezinha, só pra ver como ia ser. E já faz 3 dias! E o mais surpreendente: ele não pediu. Simplesmente não fez a menor diferença, mesmo sendo algo que já estava incorporado na rotina.

Eu achava que iria ser "o" sofrimento, e foi o contrário. Ele ficou mais calmo, ouve mais música, faz menos birra, incrível. E aí, o que eu achava que era 90% responsabilidade minha (os outros 10% era meu filho que gostava mesmo da tv) se transformou em 100%. "Filho, tô ocupada, liga aí a tv". A coisa estava tão avançada que quando eu ia pro computador ele já sabia que podia pedir o Ipad.

Não sei, a gente acha que a tv substitui a gente. Quanta ingenuidade. Estamos todos mais felizes, com certeza o dia-a-dia dele tem mais qualidade.
O segundo passo é parar de incentivar essa palhaçada dessas armadilhas comerciais (sim, publicitários também são gente e caem nas mesmas armadilhas que todo mundo), deixar a culpa pra lá e ser feliz! Ah, e ouvir mais a minha mãe, que seeeeempre me falou que a tv (mal utilizada) é atraso de vida. 

Texto retirado do blog CdeSimples 

E você, acha que os desenhos animados são violentos e oferecem este tipo de contribuição antissociais?

sexta-feira, 20 de abril de 2012

O Patinho Feio

 
Em uma granja uma pata teve quatro patinhos muito lindos. Porém, quando nasceu o último, a patinha exclamou espantada:
- Que pato tão grande e tão feio!
No dia seguinte, de manhãzinha, dona Pata levou a ninhada para perto do riacho.
Mas os patos maiores estavam achando aquele patinho marrom, muito feio. Não parece pato não! - Dizia uma galinha carijó. O galo então, estava muito admirado do tal patinho.
- Tomem cuidado com o gatão preto. Não se afastem muito de mim, dizia a Mãe Pata.
Chegaram à lagoa e logo dona pata e os pequenos entraram na água.
Mamãe estava orgulhosa. Mas o patinho feio era desajeitado, como ele só. Não conseguia nadar. Afundava a todo momento.
Teve que sair para fora da água. E foi só gozação dos demais. Dona pata ainda ensinou-os a procurar minhocas e a dividi-las com os irmãos.
Os irmãos tinham vergonha dele e gritavam-lhe:
- Vá embora porque é por tua causa que todos estão olhando para nós! Não sei porque o gatão preto,
não leva você para sempre?
- O pobre patinho ficava sempre isolado dos demais. Os patos mais velhos, judiavam do pobrezinho dando-lhe bicadas.
Todos os seus irmãos eram amarelinhos e pequeninos, e ele era feio, marrom, grandão e desengonçado. De tão rejeitado por ser diferente, resolveu fugir.
Afastou-se tanto que deu por si na outra margem.
- De repente, ouviram-se uns tiros. O Patinho Feio observou como um bando de gansos se lançava em vôo. O cão dos caçadores perseguia-os furioso.
Conseguiu escapar do cão mas não tinha para onde ir. Porém, não deixava de caminhar.
Foi andando... foi andando... sem destino, com o coração cheio de dor e lágrimas nos olhos.
Chegou a um riacho onde estavam patos selvagens. Cumprimentou-os como aprendera com sua Mãe. Mas eles logo foram dizendo:


-Não queremos intrusos aqui. Vá andando e não se faça de engraçado, pato feio.
Pobre patinho, só queria um lugar no mundo para descansar, comer algumas minhocas e nada mais.
Finalmente, o inverno chegou. Os animais do bosque olhavam para ele cheios de pena.
- Onde irá o Patinho Feio com este frio? - Não parava de nevar. Escondeu-se debaixo de uns troncos e foi ali que uma velhinha com um cãozinho o encontrou.
- Pobrezinho! Tão feio e tão magrinho! E levou-o para casa.
Lá em casa, trataram muito bem dele. Todos, menos um gatinho cheio de ciúmes, que pensava: "Desde que este patucho está aqui, ninguém me liga".
Com o tempo a velha cansou-se dele, porque não servia para nada: não punha ovos e além disso comia muito, porque estava a ficar muito grande.
O gato então aproveitou a ocasião.
-Vá embora! Não serves para nada!
E o patinho foi embora. Chegou a um lago em que passeavam quatro belos cisnes que olhavam para ele.
O Patinho Feio pensou que o iriam enxotar. Muito assustado, ia esconder a cabeça entre as asas quando, ao ver-se refletido na água, viu, nada mais nada menos, do que um belo cisne que não era outro senão ele próprio, tão grande e tão belo, como os que vinham ao seu encontro.
Os companheiros o acolheram e acariciavam-no com o bico. O seu coraçãozinho não cabia mais dentro do peito.

Nunca imaginara tanta felicidade.
Os cisnes começaram a voar e o Patinho Feio foi atrás deles.
Quando passou por cima da sua antiga granja, os patinhos, seus irmãos, olharam para eles e exclamaram:
- Que cisnes tão lindos!
Assim termina a nossa história. O patinho feio sofreu muito até que um belo dia cresceu e descobriu a verdade sobre si próprio: ele não era um pato feio e diferente dos outros, era na verdade um lindo cisne. Desde então, todos passaram a admirá-lo e a se curvar diante de sua beleza.

Sugestões de atividades relacionadas ao tema 
 
 
 
 
 
 

 Ótima história para trabalhar as diferenças!



Dia das Mães

 
O Dia das Mães está chegando. É momento de festejar com esta pessoa maravilhosa que nos deu a oportunidade de estarmos aqui neste mundo. E a Mundo do Saber destaca algumas sugestões de atividades para esta data comemorativa tão especial.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Gostaram? Então vamos lá!!! Usem a criatividade!


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...